Indicações clínicas

Quando fazer ressonância para dor no ombro?

Resposta direta do Guia

Quando a dor não melhora com o tratamento inicial, quando há perda de força para elevar o braço ou após trauma. A ressonância avalia o manguito rotador, diferencia tendinite de ruptura e mede o tamanho da lesão, informação que separa a fisioterapia da cirurgia.

Conteúdo editorial do Guia da Ressonância, produzido conforme o Método Ímã de curadoria.

Nem toda dor precisa de imagem

A maioria das dores lombares e das dores de cabeça melhora sem exame nenhum. A ressonância entra quando há sinais de alerta, quando o tratamento inicial falha ou quando o resultado muda a conduta. Exame precoce sem indicação só gera achados irrelevantes e ansiedade.

Onde a ressonância brilha

Neurologia (AVC, tumores, esclerose múltipla, epilepsia), ortopedia (menisco, ligamentos, manguito rotador), oncologia (detecção e acompanhamento) e saúde da mulher e do homem (endometriose, mama, próstata) são os territórios onde o exame define condutas.

Leve o contexto ao exame

Informe à clínica seus sintomas, cirurgias anteriores e exames antigos da mesma região. O radiologista lauda melhor com contexto: comparar com a imagem anterior transforma um achado ambíguo em resposta clara.

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Ressonância magnética detecta tendinite?
Sim. Na ressonância, o tendão inflamado aparece espessado e com sinal alterado, e o exame diferencia tendinite de rupturas parciais ou completas, o que o exame físico nem sempre consegue. Também mostra bursites e alterações ósseas associadas que mantêm a dor. Ler resposta completa →
Quando fazer ressonância para dor lombar?
Não de cara: a maioria das lombalgias melhora em semanas sem exame. A ressonância é indicada quando a dor persiste além de 4 a 6 semanas, irradia para a perna, ou há sinais de alerta como perda de força, febre, emagrecimento ou histórico de câncer. O exame precoce sem indicação só gera achados irrelevantes. Ler resposta completa →
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Sim, é o melhor exame para isso: a ressonância com contraste identifica tumores cerebrais, mostra tamanho, localização e efeito sobre as estruturas vizinhas, além de sugerir o tipo provável. Nenhuma investigação séria de tumor no cérebro dispensa a ressonância. Ler resposta completa →