Indicações clínicas

Quando a ressonância de mama é indicada?

Resposta direta do Guia

Nos casos de alto risco: mutação genética ou forte histórico familiar, como rastreamento anual junto da mamografia. Também para avaliar extensão de tumor diagnosticado, resposta à quimioterapia, próteses de silicone e casos em que mamografia e ultrassom deixaram dúvida.

Conteúdo editorial do Guia da Ressonância, produzido conforme o Método Ímã de curadoria.

Nem toda dor precisa de imagem

A maioria das dores lombares e das dores de cabeça melhora sem exame nenhum. A ressonância entra quando há sinais de alerta, quando o tratamento inicial falha ou quando o resultado muda a conduta. Exame precoce sem indicação só gera achados irrelevantes e ansiedade.

Onde a ressonância brilha

Neurologia (AVC, tumores, esclerose múltipla, epilepsia), ortopedia (menisco, ligamentos, manguito rotador), oncologia (detecção e acompanhamento) e saúde da mulher e do homem (endometriose, mama, próstata) são os territórios onde o exame define condutas.

Leve o contexto ao exame

Informe à clínica seus sintomas, cirurgias anteriores e exames antigos da mesma região. O radiologista lauda melhor com contexto: comparar com a imagem anterior transforma um achado ambíguo em resposta clara.

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Nódulo no fígado precisa de ressonância?
Quando o ultrassom acha um nódulo hepático e não consegue caracterizá-lo, a ressonância com contraste é o melhor próximo passo: diferencia hemangioma e outras lesões benignas de tumores que exigem tratamento, muitas vezes dispensando biópsia. Nódulos típicos de cisto simples nem precisam. Ler resposta completa →
Dor abdominal precisa de ressonância?
Raramente como primeiro exame: a investigação costuma começar com ultrassom e exames de sangue. A ressonância entra para esclarecer achados duvidosos, estudar vias biliares e pâncreas, mapear doença de Crohn e avaliar dor pélvica crônica. Na gestante com dor abdominal, ela é especialmente útil. Ler resposta completa →
Ressonância magnética detecta fibromialgia?
Não: a fibromialgia não aparece em nenhum exame de imagem, pois é uma disfunção da percepção da dor, diagnosticada clinicamente. A ressonância serve no processo para excluir outras causas, como problemas inflamatórios ou da coluna. Exame normal, nesse contexto, é parte da resposta. Ler resposta completa →
Dormência nas mãos precisa de ressonância?
Depende da suspeita: no túnel do carpo, o diagnóstico costuma ser clínico com eletroneuromiografia. A ressonância cervical entra quando a dormência sugere compressão de raiz no pescoço, com dor irradiada ou perda de força. O padrão da dormência orienta qual exame vem primeiro. Ler resposta completa →
Perda de memória precisa de ressonância do cérebro?
Na investigação séria de queixa de memória, sim: a ressonância avalia atrofia, lesões vasculares e descarta causas tratáveis como hidrocefalia, hematomas e tumores. O exame se soma à avaliação cognitiva e aos exames de sangue. Esquecimentos leves do dia a dia, sozinhos, não exigem imagem. Ler resposta completa →